O assassinato de Lucas Alves da Silva, 36 anos, conhecido como Luquinha Cigano, foi cometido em uma das avenidas mais movimentadas de Franca, a Major Nicácio, durante a tarde, e quando havia movimentação de carros e pessoas no entorno. Entre as suspeitas para ter ocorrido o crime está acerto de contas e agiotagem. O crime vai completar uma semana.
A execução ocorreu no dia 19 de setembro, na frente de uma garagem de venda de carros, que está a cerca de 1 km da Polícia Civil.
Imagens de câmeras de segurança próximas mostraram como testemunhas ficaram assustadas e precisaram esconder-se ao ouvirem os disparos de arma de fogo. Depois dos tiros, um casal que estava perto ficou com medo e correu para dentro de uma residência para tentar proteger-se.
O atirador, que fez os disparos sem aparentemente esconder o rosto, precisou atravessar a avenida e fugiu em um carro Palio escuro, que estava no lado oposto de onde ocorreu o crime.
Caique Neves também foi atingido por dois disparos, mas não morreu e se recupera. Já Luquinha Cigano morreu ao sofrer 11 disparos à queima roupa.
A Polícia Civil analisa câmeras de segurança e conduz a investigação para tentar esclarecer o crime ainda neste mês de setembro.
O carro da vítima, um Camaro, foi periciado.
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