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Focos de incêndio na região concentram-se em Pedregulho e Cristais Paulista

No Estado de São Paulo, Pedregulho registrou nos últimos dias 9,3% de focos de queimadas

Pedregulho lidera no Estado de São Paulo os focos de incêndio entre os dias 15 e 16 deste mês. No município, houve 18 focos identificados, o que representou 9,3% dos casos. As estatísticas são do Programa de Queimadas do Inpe, que mantém dados atualizados diariamente.

O outro município na região de Franca com maior concentração de focos de incêndio é Cristais Paulista, com 1% do registrado. No gráfico geral, Penápolis aparece na segunda posição dos focos, com 7,7% ou 15 registros.

O município de Franca não aparece entre os registros dos dois últimos dias. Em compensação, além de Cristais Paulista houve focos em Ituverava e São Joaquim da Barra.

No cumulativo dos 16 primeiros dias de julho, Pedregulho segue em posição que merece alerta, com 55 focos, o quinto maior registro no Estado de São Paulo. Nesses números, Ilha Solteira tem mais casos, 83 focos ao todo.

Em todo este mês, Franca já teve 16 focos de incêndios registrados pelo Programa de Queimadas e não aparece como uma das áreas mais preocupantes no combate ao fogo.

Mesmo sem registrar tantos casos neste ano, incêndios em áreas da zona rural e dentro da cidade causam transtorno com a fumaça e poluição ao meio ambiente. As queimadas também podem danificar o solo e prejudicam a qualidade do ar no atual momento de inverno, que tradicionalmente é mais seco.

“Um efeito significativo em termos climáticos (das queimadas) é que as partículas em suspensão acabam por interferir no processo de formação de núcleos de condensação, alterando os mecanismos de formação de nuvens e o albedo, conseqüentemente alterando os processos radiativos e os ciclos hidrológicos nas regiões tropicais”, apontam os pesquisadores Helena Ribeiro e João Vicente de Assunção, que publicaram o estudo Efeitos das queimadas na saúde humana, em 2002.

“No Brasil, o fenômeno também é bastante recorrente e só não traz conseqüências mais sérias à saúde pública porque as densidades demográficas nas quais ocorre são mais baixas que no Sudeste Asiático”, concluíram os pesquisadores.

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