O chefe de Gabinete da Subprocuradoria-Geral de Justiça Criminal, Fábio Goulart, defendeu no Conselho Superior a adoção de um protocolo de investigação de homicídios.
“Não se pode descartar o uso de ferramentas tecnológicas”, afirmou Goulart, que compareceu à sessão do colegiado para apresentar, de viva voz, relatório referente à sua participação no curso Investigações Avançadas de Homicídios, ministrado na International Law Enforcement Academy, entre 16 e 20 de setembro, em El Salvador.
O convite ao Ministério Público foi feito pela missão diplomática dos Estados Unidos no Brasil, por meio de seu Departamento de Segurança.
De acordo com o promotor, um grupo de trabalho voltado à elaboração do protocolo já está instalado. A ideia é compartilhar esse protocolo com os demais atores envolvidos com a persecução penal em caso de crimes contra a vida, como a Polícia Civil, a Polícia Científica e a Polícia Militar.
“Aqui a gente vê claramente o proveito do curso”, anotou o secretário do Conselho, Arthur Lemos Junior. O procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, parabenizou o colega por sua paixão em relação às coisas afetas ao Tribunal do Júri.
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