Oito pessoas, entre elas seis investigadores de polícia e uma advogada, foram formalmente acusadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) de integrar organização criminosa voltada a receber propinas de influenciadores que divulgam jogos de azar nas redes sociais.
A denúncia, oferecida na última sexta-feira (9/5), é fruto da terceira fase da Operação Latus Acti, deflagrada em 12 de março de 2024 com o objetivo de reprimir delitos praticados por intermédio de rifas promovidas e divulgadas na Internet por pessoas com grande número de seguidores.
Durante as apurações, o GAECO descobriu que um dos denunciados monitorava as redes sociais para identificar possíveis alvos do grupo. Em seguida, policiais participantes do esquema, liderados pelo chefe dos investigadores, instauravam investigações preliminares contra as vítimas e entravam em contato com elas exigindo dinheiro para arquivar os procedimentos. Os criminosos agiam em um distrito policial do ABC paulista.
Para os promotores de Justiça signatários da denúncia, além do crime de organização criminosa houve práticas de corrupção passiva e ativa, com configuração de dano moral coletivo. Além das condenações, eles pedem indenização, em favor do Estado, no valor de R$ 700 mil a partir da decretação da perda de valores e bens, móveis e imóveis, dos denunciados.
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