Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG/Governo de São Paulo
O policial militar investigado por executar um barbeiro em Franca no dia 25 de julho continua trabalhando pela corporação e agora realiza serviço administrativo. A arma utilizada no crime foi uma pistola .40 que a Polícia Militar entrega aos servidores para trabalhar. Ele estava lotado em área operacional, realizando patrulhamento nas ruas.
De acordo com o 15º Batalhão da PM em Franca, como o crime em investigação ocorreu no horário de folga do policial, todo o inquérito é conduzido pela Polícia Civil. “A Polícia Militar, após receber a informação da Polícia Civil, que um militar no horário de folga poderia ter participado de um homicídio, prontamente começou a colaborar nas investigações”, informou nota oficial da PM.
Em depoimento na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Franca, o militar preferiu ficar calado e não deu detalhes do que ocorreu e nem sua versão dos fatos. A arma que ele usa para trabalhar foi apreendida e houve exame de balística por parte da Perícia Oficial. O laudo indicou que os disparos que mataram Matheus Gustavo Silva, 25 anos, foram feitos pela arma do PM. Dois disparos atingiram a vítima, um nas nádegas e outro nas costas, porém a bala tomou outra direção dentro do corpo do jovem e foi parar no peito.
Houve pedido de prisão preventiva encaminhada ao Judiciário, mas tanto o Ministério Público, como a Justiça Estadual, negaram a solicitação da Polícia Civil.
“O militar está sendo investigado se prontificou a prestar declarações sobre os fatos, sendo imediatamente afastado de suas atividades operacionais para exercer função administrativa durante as investigações. A Polícia Militar não coaduna com qualquer atitude ilícita praticada pelos integrantes de seu efetivo, pauta-se pelo respeito às leis”, informou a Polícia Militar.
O PM já foi indiciado, mas o inquérito na DIG ainda está tramitando. Imagens de segurança estão sendo anexadas ao procedimento, bem como o depoimento de mais pessoas.
A motivação do crime ainda não foi especificada aos investigadores porque o principal suspeito não deu detalhes de como conhecia a vítima. “Há várias conjecturas sendo feitas, mas não temos como afirmar nada sobre isso”, explicou o delegado da DIG, Eduardo Bonfim.
Matheus Gustavo foi morto na madrugada do dia 25 de julho, na Avenida Brasil, perto do cruzamento com a Avenida Francisco Delfino dos Santos. Antes de ser atingido, chegou a pedir socorro à Polícia Militar pelo telefone 190.
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