Alvo de recomendação do Ministério Público, o ex-prefeito de Aramina Marcos Antônio Rosin pediu exoneração do cargo de secretário municipal de Governo no dia 24 de janeiro.
Nas últimas eleições, ele tentou concorrer mais uma vez ao posto de chefe do Poder Executivo local, mas está inelegível em virtude de condenação por infração ao artigo 299 do Código Eleitoral, que trata de compra de votos.
Diante da impossibilidade de ser eleito, Rosin desistiu de seguir no pleito e alçou o filho ao cargo de vice-prefeito na mesma chapa, que saiu vencedora. Quem ganhou a eleição na cidade foi Luís Sérgio (Republicanos), com com Rafael Rosin, também do Republicanos, como vice. Depois disso, Marcos Antonio foi nomeado como titular da pasta mesmo com a condenação que sofreu.
Entretanto, após diversas manifestações registradas junto ao Ministério Público, procedimento apuratório realizado com o auxílio do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Público (CAOPP) verificou que, além de estar inelegível, o ex-prefeito já foi condenado em primeiro grau por crimes contra a administração de Aramina e pela prática de crimes previstos na lei de organizações criminosas, assim como por fraudes em licitações e corrupção.
Segundo o promotor Mateus Carvalho Rezende, o MPSP buscou no caso tutelar a moralidade pública ao fiscalizar o ingresso de servidor comissionado que não preenchia os requisitos básicos de respeito com a coisa pública para o exercício de funções de confiança.
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