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Vaquinha para contribuir com alpinista voluntário envolvido com tragédia na Indonésia supera R$ 200 mil

Uma vaquinha bateu a meta de R$ 200 mil em pouco mais de 2 horas de arrecadação, para doar o dinheiro ao alpinista voluntário que participou do resgate do corpo da jovem Juliana Marins, de 24 anos, no Monte Rinjani, na Indonésia. O valor arrecadado já ultrapassava R$ 212 mil até as 16h50.

A meta inicial era de R$ 100 mil, mas foi atualizada para R$ 200 mil. A página explicou que dobrou o valor porque o voluntário Agam prometeu dividir o dinheiro com a equipe. A vaquinha foi organizada pelo site Razões para Acreditar.

“Essa vaquinha é um agradecimento. Um abraço do Brasil inteiro para um homem que fez o impossível — só para que uma família pudesse se despedir da filha”, afirma o texto da vaquinha.

Caso segue aberto

O pai de Juliana Marins disse nas redes sociais nesta quinta-feira (26) que não sabe se vai conseguir voltar ao Brasil com o corpo da filha. Manoel Marins conta que vai viajar de Lombok até Bali, na Indonésia, nesta sexta (27), para acompanhar a autópsia da filha e buscar o atestado de óbito.

O corpo de Juliana Marins foi levado para Bali nesta quinta-feira (26), para passar pelo procedimento que deve apontar a causa e o horário da morte. Não há informação sobre previsão de resultado.

Depois dos exames e da emissão de documentos oficiais, o corpo de Juliana poderá ser trazido para o Brasil.

A jovem de 26 anos foi encontrada morta nesta terça (24) após cair de uma trilha do segundo maior vulcão na Indonésia.

O diretor da agência nacional de busca e salvamento da Indonésia, Mohammad Syafii, se reuniu, na noite de quarta-feira (25), com a família da publicitária para explicar os desafios do resgate. O trabalho levou quase 15 horas.

Relatos iniciais de que Juliana Marins teria sido ouvida gritando após a queda levantaram a possibilidade de que ela estivesse viva por algumas horas. No entanto, um drone localizou o corpo sem sinais de movimento na segunda-feira (23). Segundo as autoridades locais, o resgate foi adiado por causa do terreno íngreme e das condições climáticas adversas.

A Prefeitura de Niterói informou que vai pagar os custos de translado do corpo da Indonésia até Niterói, onde a família de Juliana mora.

*Matéria com Brasil247 e G1

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