A decisão do Republicanos de impedir a candidatura do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) ao Governo de Minas Gerais provocou forte repercussão no meio político e abriu espaço para novas interpretações sobre os impactos da medida nas eleições de 2026.
Segundo informações divulgadas pela coluna do jornalista Cláudio Humberto, aliados do senador avaliam que a decisão pode enfraquecer o palanque do senador Flávio Bolsonaro (PL) em Minas Gerais, estado considerado estratégico na disputa presidencial. Cleitinho aparece à frente nas pesquisas de intenção de voto para o governo mineiro e, de acordo com levantamentos recentes, tem potencial para vencer ainda no primeiro turno.
A condução do processo interno também gerou questionamentos. Inicialmente, o partido informou que Cleitinho não seria o candidato da legenda. Posteriormente, a justificativa apresentada foi a ausência do senador na convenção partidária.
Nos bastidores, aliados do parlamentar afirmam que uma eventual vitória de Cleitinho fortaleceria o projeto eleitoral do PL no estado. Até o momento, o Republicanos não se manifestou sobre as críticas atribuídas ao grupo político do senador.
Campanha de Flávio Bolsonaro avalia uso de tecnologia
Outro tema que movimenta o cenário político é a possibilidade de utilização de recursos tecnológicos na campanha presidencial. Conforme a mesma publicação, integrantes do grupo de Flávio Bolsonaro chegaram a discutir o uso de um holograma do ex-presidente Jair Bolsonaro em eventos eleitorais.
A estratégia, inspirada em experiências realizadas na França, acabou sendo descartada diante da avaliação de que poderia enfrentar questionamentos e restrições na Justiça Eleitoral, especialmente em razão de recentes decisões envolvendo conteúdos produzidos por inteligência artificial.
A campanha ainda não anunciou oficialmente se utilizará outros recursos tecnológicos durante o período eleitoral.





