FAEPA é escolhida para gerir o Hospital Três Colinas, em Franca que será inaugurado em breve.
A Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FAEPA) foi declarada oficialmente como Organização Social de Saúde responsável pela gestão do Hospital Estadual Três Colinas, em Franca. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta sexta-feira, 23 de janeiro de 2026.
O despacho integra o procedimento de Convocação Pública para escolha da entidade gestora da unidade e cita como base a Resolução SS nº 220, de 27 de novembro de 2025, que orienta o processo.
Conforme o documento, manifestaram interesse na convocação pública as seguintes organizações sociais da saúde: FAEPA, Fundação Santa Casa de Misericórdia de Franca, FASCAMP, FUNFARME, SECONCI-SP e a Santa Casa de Misericórdia de Araçatuba. Entre as participantes, o despacho informa que apenas a FAEPA e a Fundação Santa Casa de Misericórdia de Franca apresentaram Plano Operacional e documentação completa.
Após avaliação técnica, o texto registra que a proposta apresentada pela FAEPA atende ao Projeto Assistencial elaborado pelo Departamento Regional de Saúde DRS VIII, de Franca, sendo considerada viável, conforme análise da Comissão de Avaliação Técnica das Propostas.
Com isso, a FAEPA foi declarada como OSS gestora do Hospital Três Colinas. O despacho ainda aponta que o processo seguirá os trâmites legais para celebração do contrato de gestão, a ser formalizado em momento oportuno, conforme a legislação vigente.
O Hospital Três Colinas é considerado estratégico para a rede pública de saúde da região de Franca e atenderá casos de média e alta complexidade, ampliando o acesso da população a serviços especializados assim que entrar em funcionamento.
A implantação da unidade é resultado de um processo iniciado ainda na gestão do ex-prefeito Gilson de Souza, que idealizou o projeto e formalizou os pedidos junto ao Governo do Estado. À época, a proposta enfrentou desconfiança e críticas quanto à sua viabilidade. Anos depois, o avanço do hospital e a definição da organização social gestora demonstram que o projeto se consolidou, com a população próxima de colher os frutos de uma reivindicação histórica da cidade e da região.





